ESTARÁ NO RIO DE JANEIRO
NOS DIAS 14, 15, 16 E 17 DE MARÇO DE 2013
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PALOMA ZAMORA |
O
2 DE
CORAÇÕES, A ETERNA QUESTÃO DO CASAL
Por
PALOMA ZAMORA
Paloma
Zamora é psicóloga clínica, terapeuta com especialização em gestalt, professora
e formadora de professores de yoga. Há quase 30 anos se dedica a trabalhar com
pessoas, compartilhando seus próprios descobrimentos. Ministra cursos, oficinas
vivenciais e conferências na Europa (Espanha, Holanda, Itália) e América
(México, Brasil, Argentina), com temas relacionados com o despertar da
consciência e as relações humanas e de casal. Continua sua formação em
psicologia e explora atualmente a dança.
Ela estará no Espaço Ser em Movimento*
nos dias 14, 15, 16 e 17 de março de 2013 para palestras e oficina
vivencial sobre “RELACIONAR-SE”,
consigo mesmo, com o outro, com o grupo, com o sagrado, usando ferramentas como
GDS, alongamento, respiração consciente, consciência sensorial, sons , dinâmicas
de auto descobrimento, naad yoga, meditação, silêncio, auto consciência, auto
expressão, etc.
Fundamentalmente, o que uma mulher
espera de um homem?
Nos cursos que tenho
ministrado para mulheres, a maioria delas coincide na necessidade primária de
segurança afetiva, respeito e consideração de seu parceiro.
De acordo com sua experiência, o que um homem pode esperar
de uma mulher?
A maioria do grupo de homens
que tenho trabalhado, expressam as seguinte necessidades: reconhecimento e
valorização, relações sexuais, cuidado afetivo e respeito a sua liberdade.
“A realização de um casal precisa
de muita atenção,
compromisso e
conhecimento profundo da natureza humana”
Por que é que existe tanta crise no casal?
As
separações cresceram 60% nos últimos 10 anos; 15% das famílias são mono parentais;
35% da população entre 25 e 40 anos vive sozinha. Estes são alguns dos dados
que foram coletados em um estudo feito na Espanha. A verdade é que exigem uma
reflexão. A seguir assinalo alguns fatores críticos.
A
realização do casal precisa muita atenção, compromisso e conhecimento profundo
da natureza humana. Existe uma supervalorização da independência em detrimento
do valor de compartilhar.
As pessoas são mais honestas que há 30 anos e não se sujeitam a relações
estéreis ou falsas. A mulher é independente economicamente e pode decidir ficar
ou ir seguir seu caminho. Isto não acontecia antes. Isto está gerando uma mudança
radical nas relações. As necessidades da mulher mudaram e elas procuram homens
que estejam dispostos a assumir esta nova etapa histórica. O homem começa
lentamente a escutar sua própria necessidade de mudança, sua necessidade de
passar de ser o provedor universal (e escravo trabalhador) da família, de forjar
o poder absoluto, e passar a desenvolver a capacidade de compartilhar em todas
as dimensões. Isto será, num futuro próximo, a grande liberação do homem, ou
seja, renunciar sustentar sua auto-estima com as coisas que faz no mundo.
Quais são os pilares em que se fundamenta uma relação
saudável de casal?
Os
valores que derivam do amor maduro, capacidade de escuta real, capacidade para
compartilhar sentimentos positivos e negativos, disponibilidade de entrega e
cuidado afetivo para colocar limites, capacidade de auto-apoio, grande dose de
compreensão e aceitação, ausência de orgulho, confiança e respeito.
Também
é importante conhecer as etapas da relação e passar por um período de
aprendizagem de habilidades para superá-las.
O que acontece com o homem e seus sentimentos no casal?
Você é homem. O que acontece com seus sentimentos?
Você quer contar pra gente?
A sexualidade: fonte de encontro?
Sem
dúvida nenhuma, é o componente que diferencia um amigo de uma parceira. Porém,
não nos enganemos, o encontro se produz dependendo de como se legitima, de
quando e de onde se estabelece a relação sexual (atitude, intimidade, conexão
interna, capacidade de compartilhar, sensibilidade, presença, afeto, etc).
A
sexualidade não é o único caminho para se compartilhar. Existem outros vários
níveis mais elevados de encontro. A sexualidade mal manejada, sem dúvida, pode
chegar a ser uma fonte de desencontro.
De que maneira nosso passado influi
em nossa relação de casal?
Muitíssimo.
Influi a relação que nossos pais tinham entre si e a que tinham com nós. Todos
nós levamos nossos modelos de relação familiar parental para nossa relação de
casal, como mostra sabiamente o filme “História do nosso”.
Se
você foi uma pessoa que sofreu muita exigência, vai ter um conflito. As
solicitações de seu cônjuge vão parecer desta mesma maneira para você, a
exigência, e será inevitável para você que mesmo recusando esta atitude, você venha
a exercê-la.
Se
você não é valorizado, você vai oscilar entre a busca da valorização e a
negação do valor de teu cônjuge ou recusará compulsivamente todos os
questionamentos necessários que venham de seu cônjuge ou você vai buscar a
valorização de outra pessoa do sexo contrário fora da relação.
Se
não te ofereceram contato afetivo, você vai procurar continuamente ou não vai
saber oferecer. Talvez o que você busca nas suas relações sexuais (dentro ou
fora do casal), porém com o tempo você vai se dar conta de que somente o sexo
pelo sexo não preenche esse vazio.
Se
você foi agredido de alguma maneira, você vai passar a vida se protegendo,
encolhido/a ou encolerizado/a diante determinados olhares ou gestos.
Se
em sua casa desviavam dos problemas, você vai fazer a mesma coisa com o seu
parceiro.
E
assim, uma lista interminável de descasamentos que observei em minha trajetória
como terapeuta e em minha própria vida...
Assim,
a primeira regra de ouro é
fazer uma revisão de nossas carências e ver se projetamos estas carências em
nosso parceiro/a, fazer uma revisão de nosso padrões (a imagem que eu tenho
interiorizada de como deve ser uma mulher ou um homem) e a idéia que eu tenho
de como tem que funcionar uma relação de casal. Com isto já tem muito que
trabalhar. (Experimente escrever sobre isto como forma de exercitar a clareza
do pensamento e da idéia a respeito).
Uma relação fora do casal.
Você acredita que uma relação fora do
casal pode servir para enriquecer uma relação?
A
maioria dos casais que atendi nesta situação ficaram com feridas na confiança
que demorou anos para fechar, com a conseqüente deteriorização da relação.
Sejamos honestos, aquele que percebe um enriquecimento momentâneo é o que tem a
relação fora. Com o tempo, este enriquecimento se transforma em amargura, ao
ver que sua relação estável fica em farrapos. A outra parte, ao se dar conta,
vive um processo de ruptura interna, passará por uma separação afetiva que pode
durar meses ou anos, mesmo que não haja separação física.
Poucos casais, geralmente os
que estão distanciados e frios, reagem dando um novo valor aos vínculos e ao
interesse perdido.
A liberdade é o que mais se deseja, porém ao mesmo tempo é
o que mais se teme.
O que acontece neste campo?
Isto
tem muitas matizes. Me recordo de um ensinamento que o Mestre compartilhava com
seus discípulos. Perguntavam para ele sobre a liberdade e a liberação. Depois
de responder a diversas perguntas sobre o tema, ele disse contundentemente:
“Aquele que esteja disposto a alcançar a liberdade aqui e agora, que dê um
passo adiante”. Fez-se um tremendo silêncio. Ninguém se atreveu.
Para
continuar falando, teríamos que nos colocar de acordo sobre o que entendemos
por liberdade para um homem ou uma mulher. Estou segura que cada um definiria a
liberdade de acordo com suas necessidades e não como a experiência real de
liberação que nos propõem a maioria dos caminhos iniciáticos do oriente e
ocidente. Da perspectiva iniciática, a maioria de nós ainda não está preparada.
O encontro consigo mesmo, dá
liberdade ao casal?
Dá
possibilidades, riqueza e oportunidade de crescimento, caso este encontro se
compartilha.
“O casal é uma entidade formada por
dois seres humanos
que decidiram compartilhar sua vida até onde sabem e podem,
e é o lugar perfeito para a maturação do
amor infantil
e para a transformação pessoal”.
Existem níveis diferentes de realização e plenitude que
podemos alcançar no casal.
Como trabalhar.
Existem muitos níveis dentro da relação de casal que estão relacionados
inevitavelmente com o estado de consciência de cada um e com o tempo de relação
entre eles.
Segundo o estado de
consciência, podemos ter uma relação baseada em quatro aspectos que
compartilhamos: a relação física, os mundos afetivos, as
idéias sobre o mundo e o desenvolvimento
do transcendente no casal.
O casal ideal seria aquele que consegue uma relação completa nos quatro níveis.
Porém isto é difícil, na medida em que nenhum de nós é um ser completo, uma vez
que não temos ativados todos estes potenciais.
Segundo
nossa configuração energética, astrológica, segundo nossas características
psicológicas (estas perspectivas resultam coincidentes quase sempre com aquelas),
alguns destes quatro níveis são mantidos passivos por nós desde o nascimento. A
conseqüência é que nos sentimos atraídos por pessoas que são ativas nestes
níveis, porque junto delas, o que temos passivo é ativado. Por exemplo, se você
tem passivo seu plano mental, vai procurar inconscientemente uma pessoa que
seja ativa neste plano porque estimulará sua reflexão, sua comunicação e sua
direção neste campo. Porém, por sua vez, vai te resultar pesado/a, vai parecer
muito mental, pouco sensível, alguém que não para de falar. Assim é que,
precisamente o que faz você completa, não tem o seu código de acesso, nem
sintoniza em seu canal de comunicação com fluidez.
Então, neste sentido, qual é o trabalho para o casal?
Converter
seu parceiro em professor/a de sua carência. Aprender o código que você não
tem, para transcender a dependência que produz sua passividade. Transformar a
meta da relação, dirigir o seu norte para a transformação interior, para se
converter num ser mais completo, mais capaz e portanto, mais livre, e se
comprometer em aprender a compartilhar seu crescimento com o ser que vive ao
seu lado.
Também existem duas fases.
Quais são as mais importantes?
O tempo é o fator
fundamental. O casal precisa de uma aprendizagem profunda. Ao se tratar de uma
arte, requer um tempo para compreender e assimilar suas regras e suas fases.
A fase do enamoramento
As
imagens que levamos introjetadas sobre o ideal de homem ou de mulher nos
induzem a nos enamorar de alguém que se pareça de alguma maneira com o modelo
idealizado ou procurar em pessoas que completem nossas carências. Isto explica porque
às vezes somos atraídos por pessoas que não nos convém, principalmente se o
modelo familiar era disfuncional.
Esta etapa (primeira) se
parece muito a um êxtase. Vive-se pela primeira vez uma experiência de união
total (gerada pela projeção Ideal que se faz do ser amado e porque isto
acontece com o outro também).
Existe uma aceitação,
admiração, idealização e invocação do ser amado como perfeito.
A fase de enamoramento se
acaba quando descobrimos que o outro não é o que pensávamos. Que o outro tem
defeitos, que não cobre todas nossas expectativas, que não me dá tudo o que
preciso... E assim entramos na segunda etapa.
A guerra de poder
Vamos ver quem domina quem. O ego tem uma premissa
inquestionável: não gosta de perder! Qualquer renúncia, qualquer concessão, ele
vive como se fosse uma derrota, e luta incansavelmente para que suas
expectativas se cumpram, para que as coisas aconteçam de acordo como cada um sente
e pensa. Cada um de nós faz de acordo com seu estilo. Uns de forma ativa, outros
de forma passiva, retirando o contato. Uns se fechando, outros elevando a voz.
Um castigando o outro. Um invadindo ou invalidando o outro ... Até este momento
não existe outro, somente existe o eu e minhas necessidades. E você como fonte
de meus problemas, como meu doador universal, como o responsável de minhas
tristezas...
Que panorama! Pensando bem, é um milagre que alguém
sobreviva a tudo isto. Porém, se alguém sobrevive e aprende a curar as feridas,
a negociar com seu ego e com o ego do outro e, principalmente, se alguém
aprende a amar. E isto nos abre o caminho para a terceira etapa.
A negociação e a
maturidade.
E demora tanto tempo para experimentar este bendito sentimento?
Exatamente, isso mesmo. O tempo da relação de casal me dá muita perspectiva. Casei-me loucamente enamorada de meu
parceiro. Passamos juntos pelas etapas da desilusão mútua, da guerra
dos egos, da criação dos filhos, da crise dos 40, e agora
começamos saber nos amar, depois de 25 anos, (não quero desconsolar
ninguém, você tem a minha palavra). A relação de amor com meu parceiro já não
depende do que eu receba dele, mas sim de minha própria capacidade de me
conectar com minha faculdade de amar e de projetá-la para o outro, na forma de
compreensão, tolerância, cuidado afetivo e uma tremenda dose de aceitação e
renúncia real.
Estamos dispostos
a levar isto ao final?
E depois disso, que mais?
E depois disto, muito mais. Vamos imaginar compartilhando os aspectos
transcendentes de cada um. Compartilhando as luzes destes descobrimentos. Compartilhando
uma sexualidade que vai mais além do instinto, compartilhando mais liberdade e
mais amor.
Além destas etapas descritas, existem mais etapas: a
crise dos 40, o ninho vazio, a vivência da maturidade, o
duelo e a perda do ser amado...
Informações
adicionais sobre Paloma Zamora:
Currículo
Apresentações
Atividades
no Brasil
Atividades
na cidade do Rio de Janeiro
Paloma
Zamora
Currículo
Paloma Zamora é espanhola que vive em
Murcia, psicóloga clínica pela UNED, com especialização em psicoterapia gestalt
pela Escola de Terapia Gestalt de Madri e pela Escola de IPTG em Alicante.
Formação em liderança, gestão e facilitação de
grupos, resolução de conflitos e comunicação não violenta pela IIFACE.
Dedica-se a trabalhar com pessoas, para o
desenvolvimento humano e com temas relacionados com o despertar da consciência,
das relações humanas e de casal.
Especialista de desenvolvimento humano na linguagem
do feminino e masculina.
É facilitadora e lidera grupos e encontros há 29 anos.
Tem ministrado e participado de cursos, oficinas vivenciais e conferências
sobre o desenvolvimento humano e yoga em diversos países na Europa e América, principalmente
na Espanha, Holanda, Itália, México, Brasil, Argentina onde também compartilha
seus próprios descobrimentos.
Dirige atualmente um programa de educação
internacional sobre saúde e consciência holística. Participa dentro do programa
como formadora internacional em facilitação e gestão de grupos.
Vinculada a diferentes associações há 35 anos.
Coplanet, Rede para a fraternidade humana, Associação Internacional Yoga
Yoghismo, AIYY, Rede de Ashram… Participa ativamente no interior destes grupos
e no desenvolvimento de programas educativos e mediação de conflitos de grupo.
Outra área a que se dedica é a do movimento
corporal. Possui especializações em anatomia do movimento, antropologia
da yoga, tantra, naad yoga, dança oriental, GDS, cadeias musculares e
consciência sensorial.
Professora tutora e formadora de professores de yoga
da Associação Internacional Yoga Yoghismo, AIYY.
Professora do Colégio Internacional de
Professores de Yug Yoga Yoghismo, CIPYYY.
Curso de especialização em Naad Yoga,
yoga do som, é uma modalidade de yoga que potencializa o poder da voz e a
escuta de nossa vibração interior, que produz uma série de benefícios em nosso
organismo.
Curso de especialização em Kriyas; Antropologia
do Yoga ambos com Rafael Romero.
Curso de especialização em Bandhas e Hatha Yoga
com Maria Teresa Vavasori.
Curso de especialização em Yoga e Chakras
com Guru Gerardo Motoa.
GDS, curso de Alongamento de Cadeias Musculares com
Jorge Ramón Gomariz – Práticas simples e precisas cujo objetivo é ajudar no
equilíbrio e diminuição da tensão do corpo.
Curso de especialização em Consciência
Sensorial e Ginástica Suave com Jorge Ramón Gomariz – Desenvolvimento
da capacidade para ampliar a relação corpo-mente.
Curso de especialização em Anatomia para o
Movimento com Jorge Ramón Gomariz.
Curso de especialização em Tantra Yoga com
Francisco Cervantes.
Formada em dança oriental por Elena
Peris.
Oficina de análise Yug Yoga Yoghismo com
Francisco Morales
Promotora da Rede Comunidades Integrais
na Rede COPLANET.
Editora da Revista CoPlanet, na
Espanha. Impressa e virtual.
Confira no link: WWW.coplanet.net/revista.html
Fotógrafa.
Autora do livro "La Alimentacion Infantil Natural", editora
Integral, RBA.
Editora e design do Editorial Darana em projetos de mais de 40
publicações.
Entre elas estão:
“Guia Cartagena, Caminos de História”
“Carthago Nova, Puerto Mediterraneo de Hispania”
“La Vega de las Norias, Cieza y El Valle de Ricote”
“Caravaca, Tierra de Luz”
“La Laguna Mágica, Mar Menor”
"Ashrams: Espacios para el Encuentro"
“La Alimentacion Infantil Natural”, editora Integral, RBA
"El Velo de la Memória: tres miradas a la Murcia
islâmica"
"Arquitectura en Cartagena: modernismo y eclecticismo"
"La España Desértica"
"La Catedral de Murcia: sexto centenário"
"Murcia: una Mirada al Arte del Pasado"
Paloma Zamora
Apresentações
Coplanet, Junho de 2010, Cusco, Perú.
Universidade de Cusco. Conferência e mesa redonda
Apresentação: Educação e Conciência.
Conferência na Universidade Nacional Experimental de Táchira, UNET,
São Cristovão, Venezuela.6 de Julio de 2010.
“O camino da consciência e da saúde”
Artigo na UNET, Revista da Universidade de São Cristovão, Venezuela.
Coordena e facilita há oito edições “Celebrando a vida”,
Encontro de Mulheres na natureza, Aluenga, Zaragoza , Espanha
Entrevista pessoal. Revista de outubro de 2010.
Yoga Journal. “Paloma Zamora, yoguis de hoje”.
Apresentou na VIII Jornada Integral de Ken Wilber
16 e 17 de outubro de 2010. Universidade de Murcia.
Associação Integral da Espanha
Apresentação: "Criação e Desenvolvimento de Comunidades Integrais e
Novos Estilos de Vida".
Conferência pública na Casa da Cultura
Algorta, Bilbao, 26 de novembro de 2010.
"Conciência e Saúde"
Oficina vivencial de Raja Yoga, em Igualada, 2011.
Oficina vivencial de Chakras, em Granada, 2011.
Oficina vivencial de Raja Yoga, em Granada, 2012.
Oficina vivencial de Hatha Yoga, em
Murcia, 2012.
Facilitadora da oficina vivencial “Relacionar-se”, há cinco
edições.
Encontro entre as linguagens femininos e masculinos, Alhama de Murcia.
Facilitadora da Oficina vivencial “O Potencial Feminino”,
há três edições. Alhama de Murcia.
Conferência em Murcia: “A espiritualidade”, 2012.
Conferência em Murcia: “As emoções”, 2012.
Conferência em Murcia: “O caminho da conciência”, 2012.
Curso. “Facilitação e dinâmica de grupos”.
Fevereiro de 2012, Córdoba, Argentina.
Curso. “Facilitação e dinâmica de grupos”.
Fevereiro de 2012, Brasília, Brasil.
Curso “Consciência Sensorial”,
Córdoba, Argentina,
2012.
Curso “Alongamento de Cadeias Musculares”,
Córdoba, Argentina, 2012.
Curso “kriyas no Yoga”,
Argentina e Brasil, 2012.
Curso “Consciência Sensorial”,
Brasília, Brasil, 2012.
Curso “Alongamento de Cadeias Musculares”,
Brasília, Brasil, 2012.
Curso “Introdução a facilitação de grupos”,
abril – maio – junho, 2012, Alhama de Murcia.
“Criação de projetos de grupos”.
Oficina vivencial. Madri, Julho, 2012.
Curso “Introdução a facilitação de grupos”.
Agosto de 2012, Guadalajara, Coatepec e Cuautla, no México.
Ministra “Formação em resolução de conflitos”
em Velez Rubio, Almeria. Janeiro e fevereiro de 2013.


Paloma Zamora
no Brasil
Ela estará no Brasil em março de 2013
para uma série de atividades em diferentes cidades.
Em São Paulo entre os dias 4 e 10 de março.
Flávio Ximenez, tel.(11) 9-9994-2714
Em Petrópolis nos dias 10, 11, 12, 13;
Marina Gimenez, tel.(24) 9226-8772
Luciano Boettger, tel.(24) 2242-9114
Em Teresópolis nos dias 13 e 14;
Amarildo Gallo, tel.(21) 9345-6565
No Rio de Janeiro nos dias 14, 15, 16, 17 de
março;
Antonio Rodrigues, tel.(21) 2286-2020
Em Brasília entre os dias 17 e 31 de março.
Felipe Ormonde, tel.(61) 9971-6795
Tem uma programação especial na semana santa


Paloma Zamora
na
cidade do
Rio de Janeiro
Na cidade do Rio de Janeiro o contato para informações
e participação nas atividades é realizado através do:
Espaço Ser em Movimento
Rua Voluntários da Pátria, 258 sobrado - Botafogo
esquina e entrada pela Rua das Palmeiras
Tel. 55(21)2286-2020 e 55(21)2537-2200
Palestra
Dia 14 de março, 5ª feira, 19:00h, palestra -
"Relacionar-se"
Palestra e Curso
Dia 15 de março, 6ª feira, 19:00h -
"Relacionar-se"
Dia 16 de março, sábado, das 9:00h às 17:00h -
"Relacionar-se"
Dia 17 de março, domingo, das 9:00h às 13:00h -
"Relacionar-se"
Temas
Você já se perguntou alguma vez qual é a necessidade essencial de um homem?
Da mesma forma, qual a necessidade essencial de uma
mulher?
Será possível um encontro?
O masculino e o feminino são duas linguagens
diferentes que vivem dentro e fora de nós.
Existe a possibilidade de desenvolver habilidades
que nos permita nos relacionar melhor com estes dois seres?
Como desenvolver mais forte meu potencial feminino
e masculino?
Investimento:
As palestras de 14, 5ª feira, e 15, 6ª feira, são
gratuitas.
Para as palestras favor trazer 1 lata de leite para
doação.
O curso tem um investimento de R$280,00.
Para alunos e antigos alunos o investimento é de
R$240,00
O
pagamento pode ser facilitado.